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Dólar volta ao nível pré-guerra e Bolsa sobe com expectativa de acordo entre EUA e Irã

Dolar e Mercado HOJE

Dolar e Mercado HOJE

Alívio no cenário internacional aumenta apetite por risco e favorece mercados emergentes

O dólar voltou a níveis anteriores ao início do conflito no Oriente Médio, enquanto a Bolsa brasileira registrou alta, impulsionada pela expectativa de um possível acordo entre Estados Unidos e Irã.

O movimento reflete um maior apetite ao risco por parte dos investidores, diante de sinais de que o conflito pode caminhar para uma solução diplomática.


Dólar cai e retorna ao patamar de fevereiro

A moeda norte-americana encerrou o dia cotada a R$ 5,15, com queda de 0,43%. Durante o pregão, chegou a atingir R$ 5,14, retornando ao patamar observado antes da escalada da guerra no fim de fevereiro.

No acumulado, o dólar registra:

O enfraquecimento da moeda também foi observado no exterior, com queda do índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a outras divisas globais.


Bolsa brasileira acompanha cenário externo

O índice Ibovespa, principal indicador da B3, fechou em leve alta de 0,26%, aos 187.953 pontos.

O desempenho foi impulsionado principalmente por:

Com o cenário internacional mais estável, cresce a percepção de que o Banco Central pode avançar no ciclo de redução da taxa básica de juros (Selic).


Possível acordo reduz tensões globais

A melhora no humor do mercado foi impulsionada por declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando a possibilidade de encerrar o conflito com o Irã em breve.

Apesar disso, o governo iraniano ainda não confirmou negociações formais, mantendo certo nível de incerteza no cenário global.


Petróleo recua com expectativa de solução diplomática

Outro reflexo direto da possível trégua foi a queda nos preços do petróleo, diante da expectativa de normalização da oferta global.

Mesmo com a recente queda, os preços seguem elevados e sensíveis a novos desdobramentos geopolíticos.


Impacto nos mercados emergentes

Com a redução das tensões, moedas de países emergentes — como o real brasileiro — ganharam força frente ao dólar.

O cenário também favorece a entrada de capital estrangeiro e melhora as perspectivas para ativos de risco, como ações e títulos públicos.

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