Caso envolve professora, vírus de laboratório e investigação da Polícia Federal
O furto de material biológico na Unicamp ganhou repercussão nacional. O caso é investigado pela Polícia Federal e envolve a retirada de vírus de um laboratório de alta segurança.
Crime foi identificado em março de 2026. Desde então, autoridades e a universidade trabalham para esclarecer os fatos.
O que foi furtado
Segundo as investigações, foram retirados vírus armazenados em laboratório. O material estava no Laboratório de Virologia e Biotecnologia Aplicada.
Esse laboratório possui nível 3 de biossegurança. Ou seja, segue protocolos rígidos para manipulação de agentes biológicos.
Além disso, a universidade informou que os organismos não eram geneticamente modificados.
Quem são os suspeitos
A principal suspeita é uma professora da universidade. Ela chegou a ser presa em flagrante, mas foi liberada após pagamento de fiança.
Além disso, o marido dela também é investigado. Ele é veterinário e doutorando na instituição.
De acordo com a polícia, ambos teriam participado da retirada do material sem autorização.
Onde estava o material
Inicialmente, havia preocupação sobre o destino dos vírus. No entanto, as autoridades localizaram o material dentro do próprio campus.
Parte estava em outro laboratório. Outra parte foi encontrada em unidade diferente da universidade.
Ou seja, o material não chegou a sair da Unicamp.
Quando ocorreu o furto
A universidade percebeu o desaparecimento dias antes da comunicação oficial. Ainda assim, a Polícia Federal foi acionada em 16 de março.
Logo depois, a investigação avançou e resultou na prisão em flagrante da suspeita.
Quais crimes estão sendo apurados
O caso envolve possíveis crimes graves. Entre eles:
- furto qualificado
- fraude processual
- transporte irregular de material biológico
As investigações seguem em andamento. Até o momento, a motivação do crime ainda não foi esclarecida.
O que diz a Unicamp
A universidade abriu investigação interna. Além disso, acionou órgãos como a Polícia Federal e a Anvisa.
Em nota, a instituição afirmou que o caso é isolado. Também reforçou seu compromisso com a segurança e a pesquisa científica.
O que falta esclarecer
Apesar dos avanços, algumas perguntas seguem abertas. Por exemplo:
- qual foi a motivação do furto
- como o material foi retirado do laboratório
- se houve outros envolvidos
Portanto, o caso ainda depende de novos desdobramentos.
