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Trojans bancários são o tipo de ameaça que mais afeta o Brasil

Brasil está entre os países mais afetados por trojans bancários na América Latina. Veja como funcionam os golpes e como se proteger.

Os trojans bancários são atualmente o tipo de ameaça digital que mais afeta usuários no Brasil, segundo levantamento recente da empresa de cibersegurança ESET.

A análise, baseada em dados de telemetria coletados ao longo do último ano na América Latina, coloca o Brasil entre os países com maior atividade de malware na região — com foco crescente em fraudes financeiras.


Brasil está entre os mais atacados da América Latina

De acordo com o estudo, o Brasil ocupa a quarta posição no ranking regional de ataques, ficando atrás de:

O cenário acende um alerta: grande parte dos ataques registrados no país está diretamente ligada ao roubo de dados bancários e financeiros.


Como atuam os trojans bancários

Os trojans bancários são programas maliciosos desenvolvidos para:

Entre as ameaças mais comuns identificadas estão variantes como Trojan.JS/Spy.Banker, usadas para espionar usuários e coletar informações sensíveis.


Phishing e engenharia social impulsionam golpes

O estudo aponta que os criminosos digitais utilizam uma combinação de técnicas para aumentar a eficácia dos ataques.

As principais são:

Essas campanhas são cada vez mais sofisticadas e conseguem simular ambientes legítimos com alto grau de realismo.


Malwares “inteligentes” tornam ataques mais perigosos

Outro destaque do levantamento é o uso de malwares do tipo downloader, como o Rugmi.

Esse tipo de ameaça funciona em etapas:

👉 Isso aumenta significativamente as chances de sucesso das fraudes.


Especialistas fazem alerta sobre foco financeiro dos ataques

Segundo especialistas em segurança digital, o Brasil se tornou um alvo prioritário por conta do alto volume de transações online.

“O predomínio de trojans bancários reflete o interesse dos criminosos em explorar dados financeiros e sistemas de pagamento”, aponta análise da ESET.


América Latina registra crescimento de ataques

O cenário não é exclusivo do Brasil.

Além disso, há forte presença de phishing em toda a região, com tentativas de roubo de dados por meio de arquivos falsos e páginas clonadas.


Falhas antigas ainda são exploradas por hackers

Um ponto preocupante destacado no estudo é o uso de vulnerabilidades antigas, como a falha CVE-2012-0143, ainda explorada por criminosos.

Isso mostra que muitos sistemas continuam desatualizados, facilitando ataques.


Como se proteger de trojans bancários

Especialistas recomendam medidas simples, mas essenciais:


Conclusão: ameaça cresce e exige atenção dos usuários

O avanço dos trojans bancários no Brasil reforça a necessidade de maior atenção dos usuários com segurança digital.

Com ataques cada vez mais sofisticados e direcionados ao roubo financeiro, a prevenção continua sendo a melhor defesa.

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